Hospitais de Porto Alegre e Região Metropolitana registram superlotação

Hospitais de Porto Alegre e Região Metropolitana registram superlotação ao menos nove hospitais estão com as emergências no seu limite máximo, a situação mais grave foi verificada no Hospital de Clínicas, em Porto Alegre. A instituição voltou a restringir o atendimento apenas para casos com risco de morte. A restrição também atinge maternidades em Porto Alegre e no Vale do Sinos. Na Capital, o Hospital Femina está com a UTI Neonatal superlotada e recebe apenas pacientes graves.

No Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, a emergência, com suporte para 41 leitos, está atendendo aproximadamente 98 pacientes adultos. Já o setor pediátrico, com capacidade de nove vagas, recebe 14 pacientes.

O Hospital Conceição, que possui 64 vagas, atende 85 pacientes. Já no São Lucas da PUCRS, a emergência adulta opera com o dobro da capacidade: 26 pacientes para 13 vagas. Na pediátrica, são 9 pacientes para 8 leitos. As instituições também operam com restrição.

O protocolo também é seguido no Hospital Santa Clara, do Complexo da Santa Casa, onde há 29 pacientes para 24 leitos. Apesar de lotado, o setor infantil está aberto. A estimativa de atendimento para casos menos graves, conforme avaliado na triagem, é a partir das 16h.

Ainda no Complexo da Santa Casa, o hospital Dom Vicente Scherer, que atende apenas convênios e particulares, também está com a emergência superlotada.

E com quatro vezes mais pacientes do que a capacidade, o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas suspendeu os atendimentos nesta manhã. Segundo a instituição, o funcionamento será retomado após as 21 crianças que estão no local serem atendidas.

Nas demais cidades da Região Metropolitana, a situação mais grave é a do Hospital de Pronto Socorro de Canoas – onde o setor está superlotado, mas ainda não foi fechado. O local possui capacidade para atender 33 pessoas e hoje está com 75 pacientes. A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) também está lotada.

Em Gravataí, o Hospital Dom João Becker trabalha com o dobro da capacidade na emergência: 24 pacientes para 12 leitos.

O panorama é semelhante no Hospital Getúlio Vargas, em Sapucaia do Sul, onde a emergência está com todos os 10 leitos ocupados. A recomendação é que os pacientes com enfermidades de baixa gravidade procurem os postos de saúde e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.

Já em São Leopoldo, a emergência do Hospital Centenário ainda recebe pacientes, mas está perto do limite. São 51 pessoas para 32 vagas – a restrição é acionada a partir do 54º paciente.

Superlotação também atinge maternidades

A restrição também atinge maternidades em Porto Alegre e no Vale do Sinos. Na Capital, o Hospital Femina está com a UTI Neonatal superlotada e recebe apenas pacientes graves.

No Vale do Sinos, a maternidade do Hospital Centenário ainda recebe pacientes, mas está quase atingindo a capacidade máxima, com 18 bebês para 21 leitos.

O local é alternativa para as mães de Novo Hamburgo, onde o hospital municipal segue com atendimento restrito a gestantes devido à superlotação da UTI Neonatal e do Centro obstétrico desde domingo. Ainda não há uma atualização sobre a situação nesta manhã.

Hospital Vila Nova será alternativa para apoio

Os 33 leitos para tratamento de média complexidade inaugurados na última segunda-feira (19) no hospital Vila Nova ajudarão serão uma alternativa no para o atendimento de pacientes na Capital. Apesar de ser administrado pelo hospital, o setor é destinado ao SUS e serve como retaguarda para a demanda das unidades de Pronto Atendimento. Os leitos são permanentes, porém, o paciente não poderá ter permanência superior a dez dias no local. No total, a obra, que teve início em outubro de 2016, custou R$ 1, 6 milhão.

A prefeitura também recomenda que pacientes com casos menos graves procurem as unidades de Saúde Modelo e São Carlos, que estão com horário de atendimento ampliado até às 22h. Conforme a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o secretário Erno Harzheim vai se reunir na tarde de hoje com representantes das instituições para discutir alternativas para reduzir a lotação nas emergências

( Fonte : Rádio Gaúcha )

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Para fazer uma atualização sobre a situação de Viamão, a redação do Jornal de Viamão entrou em contato com  Hospital de Viamão, ( Instituto de Cardiologia ) pelo telefone de contato (51) 3485-4700 a informação  é de que o hospital está trabalhando em situação  normal, porém o quadro pode mudar a qualquer momento . Sobre o número de vagas e a situação da emergência, não fomos informados.   A recomendação é que os pacientes com enfermidades de baixa gravidade procurem os postos de saúde a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, na parada 36

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